Dear Michael, thanks for all!

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Obrigado por ser uma das minhas grandes influências.
Obrigado pelas centenas de músicas.
Obrigado pelo moonwalk e por ter me feito dançar um dia.
Obrigado por ser autêntico.
Obrigado por marcar a minha vida.

Obrigado por tudo e descanse em paz.

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Luto eterno!

Pessoas que fazem falta! [Ed. 03]

Depois de um bom tempo sem dar sequência nesta categoria do meu blog, está na hora de falar de mais uma pessoa que faz falta neste planeta.

Depois de Greg Moore e Kurt Cobain, hoje vamos falar de um ícone das artes-marciais.

Bruce Lee (Lee Jun Fan) nasceu num hospital chinês em São Francisco, nos EUA. Filho de Lee Grace e Lee Hoi Chuen, desde cedo foi educado e treinado em Kung Fu na cidade de Hong Kong. Devido à fama de seu pai como um ator, Lee teve a oportunidade de aparecer em diversos filmes chineses quando criança. Iniciou seu estudo em artes marciais aos 8 anos de idade com o Wing Chun. Porém, estudou diversos tipos de artes marciais ao longo de sua vida, vindo a fundar mais tarde a sua própia arte marcial, conhecida como Jeet Kune Do.

Em 1959, Bruce Lee foi a Seattle para completar seus estudos. Recebeu então diploma do Edison Technical School e também se formou em Filosofia pela Universidade de Washington. Foi na Universidade que ele conheceu sua futura esposa, Linda Emery, com quem se casou em 1964. Lee teve uma filha, Shannon, e um filho, Brandon, morto tragicamente durante as filmagens de The Crow, que no Brasil recebeu o nome de “O Corvo”.

A maioria das pessoas que tem um conhecimento superficial sobre Bruce Lee acreditam que ele era apenas uma estrela de filmes de artes marciais. Mas isso, segundo relatos de pessoas que conviveram com Lee, é um grande engano. Bruce Lee era antes de tudo um excelente artista marcial, que se dedicava completamente no aperfeiçoamento de seu corpo, mente e técnicas. Desde que atingiu um bom nível no kung fu, (aos 16 anos de idade) e até sua morte prematura, venceu todas as lutas no qual foi desafiado.

Bruce Lee morreu em Hong Kong no dia 20 de julho de 1973, aos 32 anos. A partir de então foram criadas várias teorias sobre a sua morte, a mais “famosa” era a de que ele havia sido envenenado pelas Tríades chinesas – uma organização criminosa surgida no século XVI, talvez a primeira máfia a surgir, muito antes da teoria do crime organizado ser assimilada pela sociedade. Se espalhou para outros países depois de 1942, quando a China perdeu a Guerra do Ópio para a Inglaterra. Outras teorias levantadas foram as de que ele foi morto por um cabal secreto de mestres de artes marciais por ter revelado muitos segredos e outros em assassinato por motivos de vingança e/ou drogas.

Bruce Lee e Chuck Norris
[Bruce Lee e Chuck Norris]

A verdade é que a autópsia comprovou que a morte de Bruce Lee foi causada por edema cerebral, um inchaço no cérebro, que ocasionou um AVC (Acidente Vascular Cerebral) causado por uma reação alérgica a um remédio (equagezic) tomado para aliviar uma dor de cabeça que Lee estava sentindo. Muitos acreditam que o inchaço que o matou foi devido a uma alergia a haxixe, e não ao suposto remédio.

Uma das cenas que sempre vem a mente quando falo em Bruce Lee é a de uma luta no Coliseum de Roma com Chuck Norris, luta presente no filme “O Vôo do Dragão” e que você pode ver no vídeo abaixo, de quase 10 minutos:

Bruce era um mestre acima da média. Quem ainda não teve a oportunidade de ver algum filme ou toda a filmografia dele, não sabe o que realmente está perdendo…

Pessoas que fazem falta! [Ed. 02]

Depois de um tempo, resolvi dar continuidade a “categoria homenagem” deste querido blog e, no primeiro post do dia [sim, tenho que cumprir minha dívida e falar do galo], vamos falar de um cara, filho de Wendy e Donald e que nasceu no dia 20 de fevereiro de 1967, na pequena cidade de Aberdeen, no estado de Washington.

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Sim, o próprio. Kurt Donald Cobain, o eterno vocalista da melhor banda de todos os tempos de uma das melhores bandas de todos os tempos.

Eu poderia mesmo me prender a sua infância, adolescência, problemas familiares, mudanças de casa e confusões com a polícia, mas, além de tornar o post gigante, iria ficar bastante repetitivo, então, se quiser saber mais sobre essa fase do astro, visite o wikipédia ou leia o Heavier Than Heaven, que aliás, deveria ser leitura obrigatória pra quem já ouviu e gostou de “Smells Like Teen Spirit” e “Come As You Are” na vida.

Então, vamos pular para a fase rockstar do garoto e, por tabela, para o “boom” Seattle que todo fã de rock n’ roll já ouviu falar.

Foram vários nomes, desde Stiff Woodies até a tão conhecida Nirvana. Em comum, a presença de Kurt e Krist Novoselic, que se tornaram grandes amigos enquanto Kurt cursava o ensino média e tinha um fita demo “porca” do seu antigo projeto, Fecal Matter. Nesta época, Kurt tocava bateria na “banda dos mil nomes” e Krist era o responsável pelos vocais, mas, em 1988, as coisas começam a entrar nos eixos. Kurt assume os vocais, Krist o baixo e uma sequência enorme de bateristas passam pela banda, até que 1990, Dave Grohl surge do nada, assume a bateria e o trio mais fenomenal estava formado.

Mas, peraí, não era para falar do Kurt?

As histórias se confundem e muito do Kurt está no Nirvana, da mesma forma que muito do Nirvana estava presente na vida de Kurt. E tudo caminhava bem. A banda fazia sucesso, Kurt era feliz em sua vida pessoal, já que em 91 ele conheceu Courtney Love e em 1992 se casou com ela [em fevereiro] e se tornou pai de Frances Bean Cobain [em agosto].

Mas as drogas estavam no caminho de Kurt e talvez elas tenham sido uma das responsáveis pelo suicídio, em 1994. O fato é que todos os pequenos detalhes, sua infância conturbada, a sua forma de se relacionar com as pessoas e tudo aquilo que faz parte da formação de um ser-humano, foram decisivas para o triste fim.

A imagem que fica, não é a de um “derrotado” pelas drogas, como muitos costumam dizer e sim como a de um revolucionário no mundo musical, um ícone do rock n’ roll e, acima de tudo, um jovem que nos seus curtos 27 anos, mostrou que correr atrás dos seus sonhos é importante demais para ser um plano secundário para qualquer pessoa.


Nirvana – Rape Me(Live)

Pessoas que fazem falta! [Ed. 01]

Hoje não é uma data especial ou que nos faça lembrar de algum fato chato ocorrido em alguma das milhares de categorias de automobilismo espalhadas por aí.

Hoje, talvez por uma simples coincidência, estava procurando notícias sobre a fusão IRL + Champ Car e acabei encontrando vídeos no YouTube de um dos pilotos que eu mais gostava em 1999 e, talvez por isto, resolvi criar uma “categoria homenagem” aqui no blog.

Greg Moore, canadense, nascido em 22 de abril de 1975 estreiou na antiga CART em 1996. Considerado como uma das principais revelações do automobilismo norte-americano daquele ano, rapidamente o piloto conseguiu se firmar na categoria, graças a sua ousadia, determinação e talento. Foi o autor de cenas incríveis dentro da CART, disputas incríveis com Alex Zanardi, Jimmy Vasser, Al Unser Jr., Max Papis, entre outros.

Ao longo de sua impressionante, mas curta carreira, Greg conseguiu 5 vitórias e vinha de uma temporada razoavel em 99, muito por culpa de sua equipe Player’s Forsythe que não tinha um carro tão competitivo ao final da temporada e, devido a isso, Greg já tinha um contrato assinado com a Penske para o ano de 2000, o que talvez lhe daria a grande chance de ser campeão.

Mas, na última corrida da temporada, no dia 31 de outubro, em Fontana, acontece o desfecho trágico da carreira de Greg. Um acidente incrível que despedaça o seu carro.

Um dos momentos tristes pra mim que, no auge dos meus 12 anos, torcia mais pelo Greg Moore por causa de suas “ultrapassagens inesperadas” do que para os brasileiros que corriam na CART.

O mais incrível é que, no fim de semana da corrida, Greg já havia se acidentado em Fontana, mas com a sua scooter, andando pelo paddock. Chegou até a ser cogitada a idéia de Greg não correr e o piloto reserva Roberto Moreno foi convocado para o seu lugar.

Mas Greg queria se despedir da equipe e fez de tudo para correr. Após vários testes, foi liberado para correr e, como não tinha participado da qualificação, largaria da última posição. E assim foi, na nona volta, Greg perdeu o controle do carro na saída da curva 2 do oval de Fontana. O carro rodou, cruzou a pista inclinada do circuito e chocou-se violentamente contra o muro interno da pista.

Greg foi declarado morto por um membro da equipe e um médico após a equipe de resgate o ter levado, com múltiplos ferimentos na cabeça, o que tornaria incapaz um ser humano sobreviver naquela situação clínica.

Hoje em dia, Greg Moore tem seu nome vinculado a uma fundação e é lembrado por todos, não pelo acidente, mas por feitos como estes, que você pode ver logo abaixo.

Descanse em paz Greg. Parabéns pelo título da Indy Lights de 1995, pelas 5 vitórias na CART e, por trazer emoção as corridas, por ser arrojado e um piloto destemido, jovem e super talentoso, qualidades que poucos conseguiam reunir naquela época e, até mesmo, hoje em dia.