Adeus ano velho…

Ando tão em dúvida com essa nova gramática da língua portuguesa que eu já não sei mais aonde que devo colocar os acentos nas palavras, mas isso é assunto para um outro dia, um outro post, principalmente quando eu já souber quais são as mudanças, fato ainda desconhecido para a minha pessoa.

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Estou devendo a parte final do resumão, eu sei. Decidi agora que ia escrever um texto falando sobre a chuva do último dia 31 que causou mortes, alagamento e uma virada de ano que muitos residentes em Belo Horizonte não vão esquecer, mas creio eu que imagens valem mais do que palavras:

[Foto: Juarez Rodrigues][Inundação na Av. Tereza Cristina, na altura do bairro Gameleira.]

[Foto: Portal hojeemdia]
[Av. Tereza Cristina alagada]

[Foto: Thiago Ventura]
[Ônibus arrastado pela inundação.]

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O mais estranho é que eu passo por boa parte do trecho que ficou embaixo d’agua quando vou para a PUC e, o mais “estranho” de tudo, é saber que a água subiu desta forma em questão de minutos. Cinco a dez minutos, conforme os moradores e comerciantes da região. A catástrofe poderia ter sido muito maior se fosse em um dia de aulas ou até mesmo durante os períodos do dia (sim, mais de um) em que a avenida registra engarrafamentos.

Como diria Nando Reis, “o mundo está ao contrário e ninguém reparou.”

Aliás, ninguém repara mesmo e isso não é o meu lado ecológico/greenpeace que está se manifestando. É a realidade, só isso…