Pessoas que fazem falta! [Ed. 02]

Depois de um tempo, resolvi dar continuidade a “categoria homenagem” deste querido blog e, no primeiro post do dia [sim, tenho que cumprir minha dívida e falar do galo], vamos falar de um cara, filho de Wendy e Donald e que nasceu no dia 20 de fevereiro de 1967, na pequena cidade de Aberdeen, no estado de Washington.

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Sim, o próprio. Kurt Donald Cobain, o eterno vocalista da melhor banda de todos os tempos de uma das melhores bandas de todos os tempos.

Eu poderia mesmo me prender a sua infância, adolescência, problemas familiares, mudanças de casa e confusões com a polícia, mas, além de tornar o post gigante, iria ficar bastante repetitivo, então, se quiser saber mais sobre essa fase do astro, visite o wikipédia ou leia o Heavier Than Heaven, que aliás, deveria ser leitura obrigatória pra quem já ouviu e gostou de “Smells Like Teen Spirit” e “Come As You Are” na vida.

Então, vamos pular para a fase rockstar do garoto e, por tabela, para o “boom” Seattle que todo fã de rock n’ roll já ouviu falar.

Foram vários nomes, desde Stiff Woodies até a tão conhecida Nirvana. Em comum, a presença de Kurt e Krist Novoselic, que se tornaram grandes amigos enquanto Kurt cursava o ensino média e tinha um fita demo “porca” do seu antigo projeto, Fecal Matter. Nesta época, Kurt tocava bateria na “banda dos mil nomes” e Krist era o responsável pelos vocais, mas, em 1988, as coisas começam a entrar nos eixos. Kurt assume os vocais, Krist o baixo e uma sequência enorme de bateristas passam pela banda, até que 1990, Dave Grohl surge do nada, assume a bateria e o trio mais fenomenal estava formado.

Mas, peraí, não era para falar do Kurt?

As histórias se confundem e muito do Kurt está no Nirvana, da mesma forma que muito do Nirvana estava presente na vida de Kurt. E tudo caminhava bem. A banda fazia sucesso, Kurt era feliz em sua vida pessoal, já que em 91 ele conheceu Courtney Love e em 1992 se casou com ela [em fevereiro] e se tornou pai de Frances Bean Cobain [em agosto].

Mas as drogas estavam no caminho de Kurt e talvez elas tenham sido uma das responsáveis pelo suicídio, em 1994. O fato é que todos os pequenos detalhes, sua infância conturbada, a sua forma de se relacionar com as pessoas e tudo aquilo que faz parte da formação de um ser-humano, foram decisivas para o triste fim.

A imagem que fica, não é a de um “derrotado” pelas drogas, como muitos costumam dizer e sim como a de um revolucionário no mundo musical, um ícone do rock n’ roll e, acima de tudo, um jovem que nos seus curtos 27 anos, mostrou que correr atrás dos seus sonhos é importante demais para ser um plano secundário para qualquer pessoa.


Nirvana – Rape Me(Live)

3 Comentários

  1. I LOVE KURT (l)

  2. Olha O Kurt pra é o melhor dos melhores
    Deve a ele a minha mudança de gostos
    eu gosta de música horriveis agora
    com o Nirvana …

    Haaa NAUM é atoa quee sou a SRTº Cobain

    Amo KURT DONALD COBAIN

  3. =´)

    Ele é o cara *.*

    devo meu gosto musical ao Nirvana
    devo muita coisa
    sei lá
    acho que Kurt influenciou e influencia até hoje a vida de muitos jovens…
    caralho, quem nunca foi um nirvano-maniaco?!?
    iuhasuhsaauihas! Eu tinha uns 13 anos e todo mundo gostava de Nirvana… a gente queria viver e reviver Kurt Cobain… e isso faz pouco tempo…!
    Tenho uma puta admiração e graditão e sei lá..mesmo que nunca reconhecidas por ele… foi isso que impulsionou meu AMOR pelas guitarras \Oo/

    Viva Kurt!
    O cara mais sensivel do rock 😉

    *___*

    amor, te amo ♥


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