A tão falada lei dos cibercrimes

Existe um Projeto Substitutivo (substitutivo ao PLS 76/2000, PLS 137/2000 e PLC 89/2003) criado pelo Senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que torna única a lei que trata de crimes cometidos na Internet no nosso querido e amado Brasil. Este projeto acaba de ser aprovado no Senado e agora segue em direção da Câmara dos deputados. Agora fica nas mãos da Câmara dos Deputados vetar os artigos desta lei e, caso passe novamente sem vetos, ainda temos o veto do presidente Lula.

O projeto de lei tem uma idéia até interessante, mas “escorrega” em detalhes de profunda importância: um grande exemplo é o fato de que a preocupação é maior com a troca de arquivos do que com a pedofilia ou o cybercrime.

Só como exemplo, os provedores de acesso podem ser obrigados, via pedido judicial, a delatar a uma gravadora algum usuário que esteja usando programas de bittorrent, independentemente de o arquivo ser legal ou não. Além disso, os provedores precisarão manter por três anos uma listagem de quem fez o quê e que lugares visitou na web.

O assunto mobiliza várias pessoas, sejam usuários da web, jornalistas e até professores da Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas, que alegam que nenhum país criminaliza o acesso a informações na internet da forma como Azeredo propõe e completam dizendo que a aprovação desta lei levaria à criminalização em massa de usuários de internet.

Vale lembrar que a rede é, essencialmente, uma máquina de cópias. Para qualquer site, blog ou fotolog acessado, existe uma cópia do lugar no seu HD. Algumas coisas que podem ser de extrema importância num futuro próximo, podem se tornar ilegais no Brasil. Por exemplo, o Google está digitalizando milhares de livros fora de catálogo e muitos deles têm o detentor do copyright desconhecido. Se o dono aparecer, eles vão tirar da lista, mas em caso contrário, fica público. Mas acessar a esta, que será a maior biblioteca pública do mundo, será ilegal no Brasil com a aprovação desta lei. Indo mais longe, salvar uma foto de seu artista favorito no seu HD pode se tornar crime, já que não se pode fazer uma “cópia sem pedir autorização”, baseando-se no trecho da lei que diz que não se pode “obter ou transferir dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, sem autorização ou em desconformidade à autorização, do legítimo titular, quando exigida”.

Sérgio Amadeu resume bem aqueles que podem ser os objetivos desta lei em post no seu blog que vale muito a pena ler.

Marcelo Träsel, do blog politico A Nova Corja, enviou uma carta a todos os senadores sobre o assunto. A assessoria do senador Eduardo Azeredo respondeu a mensagem original dizendo que algumas “pessoas de ma fé estão divulgando informações erradas e infundadas sobre esta proposta”. Nos comentários, o próprio Träsel postou uma “tréplica” enviada aos senadores, dias após a resposta de Azeredo.

Já existe uma petição online encabeçada por pesquisadores e professores universitários que será encaminhada aos senadores e deputados protesto contra o projeto de lei. Se você gosta da sua liberdade ao sentar na frente do seu computador, possui o mínimo de dissernimento para saber o que fazer ou não durante a sua navegação e, principalmente, não quer ser considerado um criminoso pelo simples fato de acessar este blog, vale a pena assinar a petição.

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Vale lembrar que o Senador Eduardo Azeredo, que considera os contrários a lei “pessoas de má fé”, foi um dos acusados no caso do Mensalão, aqui em Minas Gerais. Ora, se eu sou uma pessoa de má fé, o que dizer de alguém que foi beneficiado pelo caixa-dois?

Ahhhh, como eu adoro esse Brasil!

Coisas do mundo musical…

Eu não disse que voltava?

Pois então, quero contar a você [e a quem visita o blog do Portal Music Life, já que este post vai aparecer por lá também] a fabulosa história de Pepeu Gomes e dois convites que ele recebeu para integrar duas bandas de renome no cenário mundial.

Não que o Pepeu Gomes não mereça, porque ele já foi considerado pela revista Americana Guitar World como um dos dez melhores guitarristas da América Latina, mas isso tudo me faz questionar:

# Como seria o Megadeth atualmente se Pepeu Gomes tivesse aceitado o convite?
# Como seria a reunião do Living Colour com Pepeu Gomes na guitarra?

Como o “se” não conta, ficamos com um vídeo da apresentação de Pepeu Gomes no Rock In Rio 1985, mostrando o seu virtuosismo na guitarra e tocando uma das suas principais composições e que era super tocada na época [algo como "Cedo ou Tarde", do NX Zero, nos dias atuais e dadas as devidas proporções], de nome “Masculino e Feminino”.

Ôu! Ôu!
Ser um homem feminino
Não fere o meu lado masculino
Se Deus é menina e menino
Sou Masculino e Feminino…

Olhei tudo que aprendi
E um belo dia eu vi…

Que ser um homem feminino
Não fere o meu lado masculino
Se Deus é menina e menino
Sou Masculino e Feminino…

Olhei tudo que aprendi
E um belo dia eu vi
Uh! Uh! Uh! Uh…

E vem de lá!
O meu sentimento de ser
E vem de lá!
O meu sentimento de ser
Meu coração!
Mensageiro vem me dizer
Meu coração!
Mensageiro vem me dizer…

Salve, salve a alegria
A pureza e a fantasia
Salve, salve a alegria
A pureza e a fantasia…

Olhei tudo que aprendi
E um belo dia eu vi
Uh! Uh! Uh! Uh…

Que ser um homem feminino
Não fere o meu lado masculino
Se Deus é menina e menino
Sou Masculino e Feminino…

Vou assim todo o tempo
Vivendo e aprendendo
Ôu!…

E vem de lá!
O meu sentimento de ser
E vem de lá!
o meu sentimento de ser
Meu coração!
Mensageiro vem me dizer
Meu coração!
Mensageiro vem me dizer
Ôu! Ôu! Uh!…

Voltando ao normal…

Depois da “semana TDK”, acho que este blog vai voltar um pouco ao normal, se é que ele já foi normal um dia. Muitas coisas aconteceram nestes dias pré-filme do Coringa e eu me “alienei” de tudo. Por isso, este post será uma volta a realidade, fazendo um resumo de tudo o que aconteceu nestes últimos dias. Vamos falar de música, artistas, esportes e casualidades da nossa querida web.

No notíciário do “Eu, eu mesmo e meus devaneios” de hoje, você fica sabendo que:

~> Uma suposta fita com cenas picantes de Avril Lavigne caiu na net
~> Música inédita do Guns N’ Roses deve aparecer em um game
~> Mais uma foto “picante” de Miley Cyrus cai na net
~> Nelsinho Piquet conseguiu o seu primeiro pódio na F1
~> 40 mil pessoas foram a parada gay de BH
~> Kelly, Donna e Brenda vão participar do remake de Barrados no Baile
~> Em dia de Petkovic, galo vira e ganha do Coritiba no Mineirão
~> A era do silicone acabou. Surge uma bebida que aumenta os seios
~> O nome da filha da atriz Jessica Alba é Honor Marie

E talvez a notícia que mais me causou espanto (e não digam que estou sendo irônico, ok?) nesta semana:

~> Morre, aos 101 anos, a atriz Dercy Gonçalves

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A morte da Dercy vai deixar uma lacuna no Brasil, tá certo que muitos não gostavam dela, mas ela vai fazer falta neste mundinho onde muita gente pensa muito antes de falar ou nunca fala o que realmente tem vontade.

A tal sex-tape que dizem ser da Avril que apareceu do nada na net [e ainda com Don't Tell Me de fundo musical, conforme notícias relacionadas] é só mais uma notícia vinculada a este assunto. Não sei se realmente é a Avril ou não, até porque eu não vi o tal vídeo, já que tenho mais o que fazer do que ver a Avril ou quem quer que seja praticando atos libidinosos com alguém. Mas a coisa mais legal disso tudo e que eu não podia deixar de citar é um post que saiu no site Estilo EMO, que por sua vez foi encontrado na comunidade da cantora no orkut, falando sobre o assunto, com argumentos incrivelmente inteligentes [e isso sim foi totalmente irônico].

A Miley Cyrus tá dando pano pra manga, hein? Ou seria tirando as mangas do pano? Tá na hora de alguém correto e temente a Deus [adorei este termo usado no site emo acima] conversar com essa menina pra ela parar de mostrar o sutiã, a calcinha ou tirar fotos tomando banho só com uma T-Shirt branca. Daqui a pouco ela começa a sair na rua sem calcinha, num “momento Britney” e não vai ser nada legal pra Disney, que a um tempo já está de “cabelo em pé” por causa da Vanessa Hudgens. Quem acha que tá na hora da Disney contratar jovens puritanas dos conventos levanta a mão? o/

Honor Marie? Ahhh, me perdoe Jessica. Eu sei que você tentou superar o nome do filho da Marisa Monte, mas não deu. E eu ainda acho Mano Vladimir mais cult. Quem sabe na próxima gestação Jessica?

Seria chato da minha parte dizer que Shannen Doherty, Jennie Garth e Tori Spelling ficaram felizes com o remake de Barrados no Baile porque elas não tinham realmente nada pra fazer no mundo artístico e estavam completamente esquecidas? Coitadas. Que maldade da minha parte…

No mais, aguardo pela música do Guns, pela tão falada “sequência de vitórias” do Galo, pelos “dias melhores” do Nelsinho Piquet e, principalmente, pelos direitos exclusivos de venda da “Boza” no Brasil.

Ou será que você ainda não imaginou a fila de pessoas querendo comprar a bebida para aumentar os seios? Sejam mulheres querendo aumentar os seus próprios seios, homens querendo presentear a sua companheira ou até mesmo homens que querem liberar o seu homem feminino, aquele que segundo o Pepeu Gomes, não fere o seu lado masculino.

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Falando em Pepeu Gomes, daqui a pouco ele volta a aparecer aqui no blog, contando uma história que eu quase não acreditei! É só ficar sentado aí que o noticiário já volta!

:P

The Dark Knight: Palavras (quase) finais…

Antes de despejar uma quantidade enorme de palavras, é bom lembrar que “cada um vê um filme” e, por isso, algumas opiniões podem ser opostas. ;)

Hoje estive, por pouco mais de 150 minutos, na companhia de um dos melhores filmes que eu já vi na vida. E digo mais, este é o melhor “filme de super-herói” já produzido na história. É clichê começar uma tentativa de resenha desta forma, mas eu não vejo outra forma para me referir a  Batman: The Dark Knight (Batman: O Cavaleiro das Trevas). Quer dizer, até vejo, mas aí seria mais clichê ainda, se é que isso é possível.

The Dark Knight começa com uma Gothan City aparentemente mais civilizada, já que a criminalidade temia a presença do Batman e a sua aplicação contra o crime. Se aproveitando desta situação, o tenente James Gordon (Gary Oldman) apenas apresentava o já conhecido bat-sinal, o que já era suficiente para que os bandidos deixassem as ruas, já que o herói poderia estar por perto. Além do medo aparente do homem-morcego, havia o promotor Harvey Dent (Aaron Eckhart), que lutava bravamente para colocar atrás das grades os principais mafiosos de Gotham, sem se deixar levar por qualquer tipo de corrupção, algo que ele combatia impiedosamente, inclusive dentro da própria polícia. Obviamente, isto era visto com bons olhos pela população e, mais especificamente, por Rachel Dawes (Maggie Gyllenhaal). População essa que, acometidos de grande inspiração pelas ações de Batman, ocasionalmente se disfarçava de Homem-Morcego em busca da boa e velha “justiça com as próprias mãos”, mas, como já era de se esperar, tudo se resultava em ações sem sucesso.

No meio de uma Gothan aparentemente tranquila, surge um ser estranho, com uma maquiagem de palhaço que tentava esconder suas cicatrizes. Ser que, ao ver uma Gothan nas mãos dos mocinhos, ganha carta branca dos mafiosos para “instalar o caos”.

Assim como em Batman Begins, o primeiro filme da “nova sequência”, Christopher Nolan tenta nos passar uma idéia de que, mesmo que muitos possam pensar nisso como um “devaneio”, ter um Batman ou um Coringa (Heath Ledger) andando pelas ruas de qualquer cidade do mundo não seria algo tão impossível. Enquanto Bruce Wayne (Christian Bale) trabalha ao lado de seu mordomo Alfred (Michael Caine) e do cientista Lucius Fox (Morgan Freeman) em busca do aperfeiçoamento de todos os artefatos utilizados, podemos ver um lado de “construção” do herói, algo que não existia nos filmes de Tim Burton e Joel Schumacher.

Com a chegada do Coringa, Gothan mergulha no caos, instaurado graças ao medo que o ser maquiado causava em toda a população, com suas ações totalmente insanas. O Coringa visto neste filme é um ser sempre ameaçador e com uma risada que, era por si só, um exemplo de toda a crueldade que ele carrega, algo totalmente diferente do Coringa que nos foi apresentado por Jack Nicholson no Batman de Tim Burton, que mesmo bizarro, era algo engraçado. Não que o Coringa de Ledger não nos cause risadas, mas o lado sarcástico deste novo Coringa causa um fascínio incomum, roubando a cena a cada aparição, algo não tão presente no antigo Coringa.

Nos apresentando uma figura de andar torto e cabelos bagunçados, Ledger nos mostra um ser que, além do sarcasmo peculiar, apresentava vários detalhes que servem de exemplos para representar a sua mente perturbada. Detalhes como o fato de nunca focar o olhar no mesmo objeto ou pessoa por um longo período ou então o tique de fazer com que a sua língua percorresse a boca, como se estivesse “conferindo” as suas feridas.

Não dá pra esquecer a cena do Coringa fazendo uma visita a Dent no hospital. O comportamento e, principalmente, o desfecho de sua passagem pelo local, algo triunfante.

Ledger faz com que o Coringa abuse do fato do filme não nos apresentar uma versão definitiva para a origem do vilão. O Coringa é um ser que surge sem nenhum tipo de explicação ou passado, fazendo com que seja difícil entender o que causa uma motivação ao Coringa praticar seus atos, já que claramente ele renega o dinheiro ou poder, talvez dando a entender que o seu objetivo seja unicamente “causar”.

Por outro lado, temos a já conhecida complexidade de Bruce Wayne, que por diversas vezes se via torturado pelas conseqüências de seus atos e lamentando pelo surgimento dos “justiceiros anônimos” e dos vilões, algo que ele sempre creditava a simples existência do Batman. Por várias vezes se vê um Wayne em busca de uma rápida solução para tudo, algo que faça com que ele abandone a máscara e leve a sua vida normal, se é que a vida de Bruce Wayne pode ser considerada normal, com todo o dinheiro, patrimônios e o seu lado “playboy”, o qual não foi tão retratado neste filme como em Batman Begins.

Não dá pra deixar de destacar também o elenco por trás do confronto entre Batman e Coringa. O filme nos apresenta cada um dos personagens “secundários” com suas funções bem exercidas. É bom ver o Alfred se comportando como uma ligação entre o mundo do herói e o mundo real para Bruce Wayne; o tenente Gordon como um homem que sempre luta em busca do bem, mesmo enfrentando a presente corrupção no seu local de trabalho; o grande Lucius Fox que nos dá a impressão de que tudo o que o Batman usa em sua luta contra o crime são coisas simples de se fazer; Rachel Dawes com o seu ímpeto e sua forma destemida de encarar os fatos e Harvey Dent, o cavaleiro branco, que nos mostra com uma intensidade, um homem que sente cada vez mais o peso da pressão enfrentada devido ao seu cargo e a sua postura. Homem que acaba tendo uma trajetória trágica, mas super importante.

The Dark Knight é um filme quase perfeito. Todos os detalhes presentes, a sua produção, imagens incríveis, som maravilhoso e cenários muito bem trabalhados. É incrível ver por exemplo o escritório de Dent todo bagunçado, cheio de pastas jogadas e sem uma cadeira para os “convidados”, deixando evidente o lado trabalhador e obstinado do personagem.

Este é um dos “filmes de super-heróis” mais bem produzidos que eu já pude ver. É um dos filmes onde cada personagem foi bem trabalhado, cada cenário bem utilizado, cada trecho sonoro foi apropriado, cada piada ou tentativa de “ser engraçado” ficou bem encaixada no contexto do filme, como no momento em que Lucius Fox (brilhantemente interpretado por Morgan Freeman), recebe uma ameaça de Reese (Joshua Harto) pedindo dinheiro em troca de seu silêncio sobre a real identidade do Batman.

E por tudo isso, e mesmo sabendo que ainda estamos em julho, estou aqui radiante e batendo palmas por cada um dos 153 minutos que fizeram deste segundo filme da série escrita por Nolan, o melhor “filme de super herói” que eu já vi e, porque não, o melhor filme de 2008, sem sombra de dúvidas.

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The Dark Knight [O Cavaleiro das Trevas, 2008]
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Direção: Christopher Nolan
Roteiro: Christopher Nolan e Jonathan Nolan
Gênero: Ação
Duração: 153 min

Elenco: Christian Bale (Bruce Wayne/Batman), Heath Ledger (Coringa), Aaron Eckhart (Harvey Dent), Michael Caine (Alfred), Gary Oldman (James Gordon), Morgan Freeman (Lucius Fox), Maggie Gyllenhaal (Rachel Dawes), Chin Han (Lau).

Trailer:

The Dark Knight: 02 Days!

aaahhhhhhhhh, ansiedade do %$@#@%$#

The Dark Knight: 03 days!

72 horas [na verdade menos, mas deixa pra lá :P]

Criatividade sem limites..

A internet é realmente uma terra sem limites.

A alguns dias que eu me perguntava: “porque diabos todo mundo faz uma montagem com uma capa de revista e coloca no orkut?”

Pois é, hoje eu não só descobri que estas montagens se tornaram “cool” como também existe alguns sites que facilitam a sua vida e fazem as montagens, basta você fazer upload da foto desejada.

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Como eu não tinha nada pra fazer, olha minha capa na Rolling Stone, feita no SemFrescura.net:

Agora veja minha capa da Sports Celebrated, que deve ser inspirada na Sports Illustrated, feita no MagMyPic:

Gostou da brincadeira totalmente inútil?

Então visite o MagMyPic ou o SemFrescura.net e faça a sua. Aproveite que tem capa da Playboy, Sexy e até mesmo G Magazine e libere os seus desejos reprimidos, só não me mande a imagem depois! hahaha

The Dark Knight: 04 days!

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Considerações do final de semana…

Bem, como você já deve ter percebido, a ansiedade em torno de The Dark Knights chegou a este blog e, daqui até a estréia, você verá posters, fotos e quem sabe vídeos do filme por aqui.

Mas, este fim de semana fica marcado pelo Brasil x França, de volei masculino, pelo Kung Fu Panda e pelo The Zutons. Poderia acrescentar um tal clássico por aqui, mas o resultado me pede para que não seja pronunciada nenhuma palavra sobre o mesmo e eu não gostaria de fazer um post cheio de palavras que podem ofender aos milhares de não leitores e aos poucos leitores deste blog, então vou optar por não falar nada deste jogo de futebol, ok?

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Brasil x França
Foi bem legal o jogo, apesar do atraso para a nossa chegada, a posição para ver o jogo e o fato do adversário jogar de azul, a cor que eu estava usando. Me senti um estranho no ninho amarelo e nem tinha me tocado dessa possibilidade antes do jogo. Mas tudo bem, o Brasil ganhou, eu tirei fotos [não com os jogadores, ok?], vídeos [péssimos e que estão no iutubi], fiz a ola e tudo. Só não cantei “eu, sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor” porque eu acho essa música extremamente baranga, de péssimo gosto e que não pode representar o meu amor por este país. Um dia, quem sabe ainda nessa semana, eu descrevo a minha “adoração” por esta canção que só é exaltada em eventos esportivos. Ah, e nem venham me dizer que não sou patriota. haha

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Kung Fu Panda
Sabe aquele filme que você não dá nada por ele, mas que te causa uma grande surpresa positiva após o término? Kung Fu Panda se encaixa nessa descrição, pelo menos pra mim. Não dava nada pela nova animação da Dreamworks e me surpreendi. Aconteceu o mesmo a um tempo atrás com Ratatouille, mas neste caso, era um filme com a chancela Disney. hehe

Fato é: o Kung Fu Panda é super legal e não tem como você não torcer pelo pandinha gordo e desajeitado. Vi a versão dublada, cercado de crianças, num cinema lotado, mas adorei o filme. O detalhamento da animação é excelente e vale a pena ver. ;D

Além do filme e do jogo, a companhia ajudou no sábado e isso não é uma tentativa de puxar o saco das pessoas, ok?! :P

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The Zutons
Graças a uma indicação legal, cheguei a The Zutons. Bandinha foda, viu? O rock simples do quinteto inglês de Liverpool conquista mesmo a quem ouve. Acho que meu last.fm [assim que voltar a contabilizar as coisas], vai fazer o The Zutons dar um salto na lista de artistas mais ouvidos. Os três cd’s são bons e músicas como “Give me a Reason”, “Pressure Point” e “Not a Lot To Do” me impressionaram. Vale muito a pena ouvir!

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Bom, eu ia postar foto do jogo, um poster do Kung Fu Panda e foto + música do The Zutons, mas a preguiça não permite fazer tudo isso. Então, antes do próximo post escrito, eu volto aqui e edito, ok?

No mais, que continue a contagem regressiva para The Dark Knights!

The Dark Knight: 05 Days!

Tá chegando a hora!