Dear Michael, thanks for all!

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Obrigado por ser uma das minhas grandes influências.
Obrigado pelas centenas de músicas.
Obrigado pelo moonwalk e por ter me feito dançar um dia.
Obrigado por ser autêntico.
Obrigado por marcar a minha vida.

Obrigado por tudo e descanse em paz.

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Luto eterno!

Ainda estou vivo (ao que parece)…

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Sim, eu larguei tudo. Não gostou? Faça com que o dia tenha 36 horas que dá para dar atenção a este blog, fotolog, flickr, orkut, facebook, twitter, msn, portal music life, cinema de buteco, amigos, vida social, namorada, galo, lakers, música, família e outras coisas que me interessam.

Prometo que assim que colocar algumas coisas nos seus devidos lugares e poder dizer para a PUC “vai se fuder, volto em agosto”, darei mais atenção a tudo e todos, para a tristeza geral da nação.

Aliás, falando em atenção, devo dar um upgrade neste blog, continuando com o processo de reformulação da minha “vida online” iniciada neste blog com a organização das tags de posts.

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Com o feriado (e se tudo der certo, férias!) as coisas tendem a melhorar…

A frase de maio…

“Tempo livre é para os fracos…”

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Todo mês, uma frase que marcou aqui!

O pior emprego do mundo…

Não sei qual a agência responsável pela campanha abaixo, mas é uma das melhores que vi nos últimos meses…

Vai entender: Ed. 004

Criei um bloqueio com o Keane depois das apresentações da banda no Brasil. Não sei dizer por qual motivo, mas eu não consigo sequer ouvir uma música sem dar aquela vontade imensa de colocar outra banda ou cantor para tocar.

Por outro lado, Kelly Clarkson e a sua “Whyyawannabringmedown” tocam com frequência por aqui.

Alguém explica? Eu não…

Uma palestra (e um filme de) foda!

Sabe quando você não dá porra porcaria nenhuma para uma palestra na sua universidade e ela muda a sua visão sobre algumas coisas? Então, isso aconteceu hoje.

Tinha duas palestras programadas, vi apenas a segunda e, meu, foi foda. haha

O palestrante em questão foi o Wagner Morales, paulistano, diretor, produtor e uma referência nacional no quesito audiovisual. Seis documentários, alguns deles premiados, uma grande quantidade de filmes experimentais e, alguns, de grande qualidade.

É uma boa dica para quem curte essa área audiovisual, vale a pena ver alguns trabalhos do Morales. Por isso, deixo vocês com dois vídeos. Um faz parte de uma trilogia chamada “Não há ninguém aqui”, que você confere aqui com áudio em português. O outro, bom, o outro é um “Filme de foda”. É isso mesmo, pornografia explícita nas palavras e esse você tem audio em francês e legenda em inglês, tá bom pra você? Aposto que vai entender tudo direitinho, mesmo sem saber as duas línguas… haha

Mais sobre o Wagner Morales bem aqui.

A frase de abril…

“Vai tomar no cu!”

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Simples assim.

Todo mês, uma frase que marcou aqui!

Algo que vale a pena ser visto…

Vocês deviam ver um vídeo da RBS de SC, com o jornalista Luiz Carlos Prates, falando sobre a história das passagens dos parlamentares.

Como não dá para colocar o player aqui, é só clicar aqui para ver.

One I Love

Could you could you come back
Come back together
Put yourself on my back
And say ist forever

Could you could you come on
Come on forever
Your shoulders knees and your back
Are what keep me together

Cause you’re the one I love

Could you could you come in
Come in together
Tie yourself to mast
It’s now or it’s never

It’s gonna tear us apart
Tell me forever
It’s gonna tear us apart love
Or keep us together

Cause you’re the one I love

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O comportamento humano no transporte público!

A muito tempo tenho uma teoria baseada no nosso comportamento dentro dos transportes públicos brasileiros e, após a organizar de forma clara em minha mente, resolvi compartilhar este pensamento com o mundo – ou com os poucos que ousam ler o que eu escrevo neste blog.

Este estudo não tem nenhuma intenção de ser preconceituoso, é apenas uma forma de avaliação de como as pessoas se sentem mais confortáveis dentro de um ônibus e foi divido em três etapas. Nestas etapas, temos comportamentos diferentes de acordo com as opções encontradas pelo usuário dentro do transporte em questão, então, nada melhor do que eu mesmo dividir este post em etapas.

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Quem viaja sozinho

Para começar, todas as pessoas que alguma vez na vida já entraram em um transporte público (leia-se ônibus) sozinhos, sempre buscaram se sentar próximo a janela, para evitar qualquer tipo de incomodação e, até mesmo, poder fazer uma viagem tranquila até o seu destino. Neste ponto, todos nós somos iguais, afinal, todo mundo que pega um ônibus sozinho, visa sentar-se próximo a janela ou, como costumo dizer, no canto.

Agora, quando não se tem a opção de se sentar no canto e nós somos obrigados a ocupar um banco no corredor do ônibus, o comportamento difere com relação ao sexo e a opção sexual de cada um.

Se você é mulher, independente da sua opção/preferência sexual, você sempre vai buscar se sentar o mais próximo possível da porta e ao lado de outra mulher. Quando as duas opções são alcançadas, o alívio deve ser instantâneo. Quando sentar-se próximo a porta não é possível, a mulher busca sentar ao lado de outra mulher, independente do lugar. Quando se sentar ao lado de uma mulher não é possível, ela busca o local mais perto da porta, ao lado de um homem. Nota-se portanto que, para a mulher, sentar ao lado de um homem quando se está sozinha em um ônibus, só mesmo em último caso. Existem mulheres que até preferem ficar em pé ao se sentar ao lado de um homem, mas este tipo é super raro, eu mesmo nunca vi, mas já me relataram.

Agora, se você é homem e é heterossexual, ao perceber que não existe lugar para se sentar no canto, automaticamente procura um lugar para se sentar ao lado de uma mulher. É institivo, raramente um homem heterossexual senta-se ao lado de outro homem, tendo a oportunidade de se sentar ao lado de uma mulher. Quando não existe um lugar ao lado de uma mulher, o heterossexual tem duas opções: Se a viagem é longa, se senta ao lado de um homem, se a viagem é mais curta, boa parte acaba indo em pé, salvo quando está cansado ou saindo do trabalho, onde a opção de voltar em pé para casa é quase inutilizada.

Se você é homem e tem preferências homossexuais, normalmente você deve se sentir mais a vontade ao se sentar ao lado de um homem. Então, quando não se tem um local no canto, a primeira opção é se sentar ao lado de um homem, se não existir um lugar, aí sim se senta ao lado de uma mulher. Voltar em pé, só em último caso.

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Quem viaja acompanhado

Quando a viagem é feita por um homem e uma mulher, sejam eles namorados ou só amigos, e existe a possibilidade dos dois sentarem-se juntos, quase sempre a mulher se senta no canto e o homem no corredor. Raros são os casos em que o inverso acontece. Se os dois não podem se sentar juntos, quase sempre a mulher se senta e o homem fica em pé próximo a ela ou então os dois se sentam separados, mas não distantes.

Quando a viagem é feita por dois (ou mais) amigos(as) do mesmo sexo, independente de suas preferências, e existe dois lugares juntos, quase sempre quem entra primeiro se senta no canto. Quando existem lugares separados para todos, na maioria das vezes cada um senta em um lugar. Um(a) amigo(a) ficar em pé próximo ao outro (a), na maioria das vezes ocorre somente quando não se tem mais lugar vago no ônibus.

Agora, quando o grupo de amigos envolve pelo menos três pessoas e é mesclado, quase sempre as mulheres levam a preferência, independente de onde vão se sentar ou da ordem de entrada no ônibus.

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Segurar coisas de outra pessoa

Este é complicado. Nem sempre as pessoas estão dispostas a segurar sacolas ou mochilas de outras pessoas enquanto estão sentadas. Então, se você está em pé e está segurando alguma coisa, não conte muito com a boa vontade das pessoas porque, infelizmente, ainda são poucos os que se colocam a disposição para carregar alguma coisa.

Quando você é mulher e vai carregar algo de alguém, você utiliza do bom senso e carrega aquilo das pessoas que estão próximas, independente do sexo ou do tamanho do que será carregado. Quando é a mulher que está em pé, na maioria das vezes em que lhe são oferecidas a benevolência do ser humano, as mulheres só entregam as sacolas ou mochilas. Bolsas? Sempre no ombro, independente do peso. São raras as mulheres que confiam suas bolsas a outras pessoas dentro de um ônibus, mesmo que ela não vá sair de perto da bolsa durante a viagem.

Agora, quando você é homem e vai carregar alguma coisa de alguém, o instinto sempre fala mais alto e, ao oferecer o “serviço”, quase sempre visa as mulheres. Só carregam coisas de outros homens quando aquilo o está incomodando ou então a pessoa está cheia de coisas e está um pouco atrapalhada. Por outro lado, quando o homem está em pé, aceita que carreguem qualquer coisa dele e por qualquer pessoa. Mal se pronuncia a frase “posso carregar” e as coisas já estão nas mãos de quem está sentado.

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As exceções

Claro que toda regra tem as suas excessões, claro também que tem gente que age de forma incoveniente dentro de um transporte público.

Se depois de ler isso, você mulher se lembrou daquele homem que sentou-se ao seu lado, começou a lhe “cantar”, lhe entregou um cartão com seu telefone e ficou pedindo uma forma de contato insistentemente, até que você se irritou e desceu do ônibus três pontos antes do seu local de descida ou se você é homem e se lembrou daquela mulher que estava com uma sacola na mão e você, gentilmente, ofereceu para segurar a tal sacola quando, de repente, apareceram umas 10 coisas para você também segurar, saiba que esses comportamentos típicos de uma minoria realmente não se encaixam neste estudo, são comportamentos que eu não vou ousar a tentar compreender e acho que você deveria fazer o mesmo.